Além da Eternidαde ‹®› [parte 04]

Entramos em uma sala, havia alguns aparelhos de ginástica, com certeza era a academia da casa. Olhei para o lado e avistei um banco grande, puxei Fernanda comigo até ele e a sentei ali. Ela deixou uma perna sua de cada lado do banco e eu sentei em sua frente do mesmo jeito, imediatamente ela deixou suas pernas sobre as minhas e voltou a me beijar, na mesma fome de antes. Aos poucos fui inclinando meu corpo sobre o dela e assim ela foi se deitando no banco. Meu quadril estava entre suas pernas, aos poucos fui roçando minha intimidade na sua como me permitia. Levei uma mão até sua coxa, na parte de fora e fui acariciando. Subi aos poucos minha mão em direção ao seu biquíni subindo a canga junto. Podia sentir as mãos de Fernanda em minhas costas pressionando meu corpo contra o dela. Desci meus lábios até seu pescoço e os rocei ali, ela ofegava muito e eu já me sentia bastante molhada. Comecei a distribuir chupadas por seu pescoço enquanto apertava sua coxa com desejo e roçava mais nossas intimidades. Deslizei meus lábios pelo colo dela indo em direção a um seio seu, logo tirei minha mão da sua coxa e a levei até seu biquíni o puxando para o lado deixando, assim, seu seio exposto. Sem demorar muito aproximei meus lábios do seu seio e os rocei em seu biquinho, ele já estava enrijecido e isso soou como um convite para mim. Chupei suavemente ele e logo coloquei minha lingüinha para fora e o contornei. Fernanda me pressionava cada vez mais contra ela. Afastei meus lábios do seu biquinho e os levei até a altura do seu estômago, desci até acima do seu umbigo distribuindo selinhos por sua barriga enquanto Fernanda se contorcia em baixo de mim. O tempo estava curto e eu não podia enrolar mais, sendo assim, levei minhas duas mãos até as coxas dela – uma mão em cada coxa – e as fui subindo levantando sua canga até acima da sua bexiga.
Tudo o que me separava do sexo de Fernanda era a parte de baixo do biquíni, sendo assim não perdi tempo e com uma mão puxei o biquíni para o lado, deixando seu sexo exposto para mim. Ela estava molhada, muito molhada e eu já estava louca para sentir seu gosto. Aproximei meus lábios de sua intimidade, coloquei minha lingüinha para fora e a passei para cima e para baixo várias vezes em sua entradinha, pude, assim, já sentir o gosto de Fernanda. Voltei minha lingüinha a minha boca e chupei sua intimidade agora arrancando um gemido de Fernanda, seu corpo estava inquieto sobre o banco. Com meus dedos afastei seus lábios maiores, penetrei minha língua em sua intimidade e fiquei mexendo ela lá dentro como me era possível. Fernanda gemia cada vez mais alto, era perigoso porque alguém poderia escutar, mas eu não tinha como impedi-la. Como ‘pausa’, tirei minha lingüinha de sua intimidade e a levei até seu clitóris e fiquei tremendo ela nele, por uma fração de segundos ela parou de gemer, mas logo voltou no mesmo tom de antes, me deixando mais excitada. Suguei seu clitóris para ‘dentro’ da minha boca e o prendi ali, logo levei minha lingüinha até ele e comecei a dar linguadinhas, Fernanda pressionava cada vez mais minha cabeça contra sua intimidade. Segundos depois o ‘soltei’ e voltei minha língua até sua entradinha, algumas vezes a penetrava e outras vezes ficava apenas a chupando, não demorou muito e senti o gostinho quente de Fernanda em minha língua, logo o suguei todo para mim e voltei seu biquíni no lugar. Em seguida ela se sentou – ainda com suas pernas sobre as minhas – e me deu um selinho demorado. 

Fernanda: Você foi demais. – Eu sorri ao ouvir ela falar isso.
Roberta: Melhor irmos agora. – Esperei ela arrumar sua roupa e logo voltamos onde o pessoal estava. Thay estava em um grupo de amigas com alguns meninos juntos, ela me olhou séria, talvez imaginasse o que teria rolado dentro daquela sala comigo e a Fernanda, mas não me importei.

Andei até o balcão e pedi outra caipirinha, Fernanda me acompanhou e pelo jeito não desgrudaria de mim nesse churrasco. 

Logo começou a tocar Sexy Robótica de Don Omar e me subiu uma vontade enorme de dançar, Fernanda tinha ido ao banheiro, eu não ia poder esperar ela voltar então fui até onde o pessoal estava dançando e Chris me puxou para dançar no grupinho dele. Logo chegou Thay e suas amigas e entraram na mesma roda que eu estava. Thay já estava bêbada, era fácil notar. Ela dançava solta, bem solta e com um sorriso de orelha a orelha em seus lábios. Eu dançava e tomava minha caipirinha, logo Thay se aproximou de mim e começou a dançar em minha frente com um sorriso malicioso em seus lábios. Resolvi entrar no jogo dela e comecei a dançar da mesma forma com ela. A caipirinha me deu coragem, levei minha mão até sua cintura e a puxei para mais perto de mim, encostando o quadril dela no meu, ela fixou seus olhos nos meus um pouco surpresa, mas não parou de dançar. Minha vontade era de beijar ela logo e matar essa vontade que andava me rondando há alguns dias, mas não podia, precisava ir com calma. Tirei minha mão de sua cintura quando as amigas de Thay se aproximaram de nós – Droga! – Mesmo assim continuei dançando do mesmo jeito até que senti alguém me encoxar por trás, virei meu rosto rapidamente e era Fernanda, novamente ela surgia quando eu menos queria. Thay não gostou muito da cena, me deu um sorriso forçado e voltou a dançar com suas amigas, me deixando somente com Fernanda. E assim foi o churrasco todo, sempre que eu chegava em Thay, a Fernanda aparecia e estragava tudo. Mesmo contra minha vontade, troquei telefone com ela e ficamos de nos ver qualquer dia desses. Já era bem tarde quando Chris me deixou em meu apartamento.
 

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